História da saia: conheça a trajetória da peça

03 de março, 2022
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Estilo
História da saia: conheça a trajetória da peça

Você já ouviu falar sobre a história da saia? Sempre presente no guarda-roupa, ela é uma das peças mais antigas do mundo e queridinha da moda, passando por diversas reinvenções até chegar no modelo que conhecemos hoje.

 

Trouxemos um conteúdo para te mostrar como aconteceu o surgimento e a evolução da saia, explicando um pouco mais sobre ela. Ficou curioso? Continue lendo o conteúdo abaixo.

 

Afinal, o que é saia?

 

Antes de falarmos sobre a trajetória dessa peça, é importante definir o que é saia. Basicamente, ela é uma roupa que se prende na cintura, tapa a parte inferior do corpo e não possui divisão entre as pernas.

 

Hoje, ela é mais utilizada pelo público feminino. No entanto, vale lembrar que a história da saia tem um começo bem diferente: na antiguidade, a peça era mais utilizada pelos homens.

 

Saiba como a peça surgiu

 

Há quem pense que a saia é uma invenção recente. Porém, um tipo de antepassado da peça já era utilizado desde o período Mesolítico, por homens e mulheres das cavernas, como forma de proteger o corpo. Diferente dos modelos que conhecemos hoje, esse tipo de peça era amarrada na cintura e feita com peles de animais.

 

No entanto, o registro mais antigo da utilização da saia é uma escultura de 3.000 a.C., na Suméria. Os egípcios e os romanos também eram povos que utilizavam a saia como vestimenta. A saia de antigamente era utilizada tanto por homens quanto por mulheres, apenas com variações quanto à modelagem: mais folgada para homens e mais justa para as mulheres.

 

A partir do século XII, a saia tornou-se uma peça quase exclusiva do guarda-roupa feminino. Utilizada junto dos corpetes, ela ganhou volume, franzidos, caudas e outros detalhes que marcavam a diferença entre indumentárias femininas e masculinas.

 

A saia como forma de diferenciação social

 

 

Em meados do século XIV, a história da saia ganha um novo capítulo. A partir desse período, a peça começou a ser utilizada como uma ferramenta de diferenciação social. Assim, os nobres utilizam tecidos, cores, pedrarias e aviamentos diferenciados daqueles trajados pelos plebeus.

 

Já no século XVIII, o espartilho ganhou força. A saia sobreposta, utilizada para gerar volume, foi substituída pelo panier, uma armação que sustentava a saia e proporcionava um volume ainda maior.

 

Após a vitória da burguesia na Revolução Francesa, a utilização da saia mudou novamente. Para construir uma nova civilização, os burgueses inspiraram-se no estilo dos romanos e dos gregos, enquanto as saias passaram a ser cumpridas, leves e esvoaçantes.

 

A saia no século XX: Coco Chanel, Dior e a minissaia

 

A partir do século XX, o uso do espartilho foi abolido, e a saia começou a ganhar novas modelagens. A estilista Coco Chanel, por exemplo, começou a produzir modelos mais elegantes e justos, na altura das canelas, que serviam para proteger os joelhos da mulher quando ela se ajoelhasse.

 

Com o período de guerras, a moda foi deixada de lado, e a saia, antes símbolo de sensualidade, feminilidade e status social, ganhou uma modelagem mais simples e com menos charmosa.

 

Porém, a vestimenta retornou para a moda a partir da década de 40, quando o estilista Christian Dior criou o New Look. Assim, novos tipos de saia foram surgindo, como evasê, godê e lápis. Já na década de 1960, a estilista Mary Quant criou a primeira minissaia, um modelo ousado para a época, mas que conquistou muita gente.

 

A saia hoje

 

Como vimos, a peça passou por diversas transformações ao longo da história e, hoje, é um item fundamental do guarda-roupas tanto de homens quanto de mulheres. Afinal, os looks com saia são superdemocráticos, e há modelos para todos os gêneros e gostos.

 

Por isso, hoje, é possível usar a criatividade e utilizar a peça como você quiser. Seja para um passeio, seja para o trabalho, seja para balada, ela é coringa e vai bem em qualquer ocasião.

 

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